
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Coisas que a internet praticamente extingiu! :x
Telefone: Diante do aparelho fixo, os adolescentes tem receio de operar este equipamento misterioso posicionado em cima da cômoda, mais ainda, as pessoas tem abandonando em massa tal símbolo comunicacional que imperou durante todo o século XX e trocado pela portabilidade e conforto dos telemóveis.
Disco:Não há como negar, todas as mídias físicas estão definitivamente mortas. O que temos aí são zumbis tecnológicos se movendo em meio à borrasca provocada pelo streaming e as memórias Flash.
TV:Assisto cada vez mais pessoas inteligentes se despedindo das dezenas de canais imprestáveis da TV aberta e das centenas por assinatura. Depois que a Internet entrou nas nossas vidas, descobrimos o tempo inútil que dispendemos assistindo programação de lixo entupida de propagandas indesejáveis.
Cinema:Perdi noção da última vez que fui ao cinema enfrentar perrengues do tipo: estacionamento, imagem escura e fora de foco, segurança precária, conforto espartano, um sujeito atrás praticando spoiler, etc. Ainda bem que inventaram os projetores e os Torrents do PirateBay! (A bem da verdade, a maioria dos filmes da minha cinemateca são DVDs originais).
Playboy:Foi-se o tempo em que a procura de sexo contemplativo somente era possível indo furtivamente à banca de revista e pedindo em voz baixa ao vendedor as últimas novidades da lascívia eslava. Então, você comprava junto uma revista “séria” para não dar na vista e saia de fininho para o aconchego do seu lar.
Publicaçoes em Papel:O Jornal do Brasil está abandonando o papel e junto com ele diversas publicações estão migrando para o meio 100% digital. Há anos que não sei o que é comprar tal mídia, mesmo porque a minha casa não tem espaço para armazenar o lixo acumulado. Como não tenho pendores artísticos para criar esculturas pós-modernas de entulho, abstenho-me de acumulá-lo. É o que sempre digo para os atendentes de telemarketing que insistem em me azucrinar com ofertas de assinaturas de periódicos, via o quê? Telefone, naturalmente, esta outra peça paleolítica em extinção.
Biblioteca:Há quanto tempo você não vai a uma biblioteca? Estes espaços se configuram cada vez mais em retratos de uma era.
Escola:A escola que aí está, cumpre muito mais um papel de instituição assistencialista de fornecimento de alimentos para crianças carentes, do que de reprodutora do conhecimento. Infelizmente, o conhecimento extra-muros escolares disseminado pela Internet não se amalgama aos moldes da velha escolástica, fundamentada em carteira, quadro-negro, giz e saliva. Tanto a escola está morta, que a segunda greve mais inócua deste país, depois da dos aposentados, é a dos professores, pois ninguém mais precisa de uma escola que não fala a linguagem do Google.
Conceito de amigo:
Se a Internet não acabou com a amizade, diluiu o conceito de amigo. Hoje, qualquer um pode ter milhares de amigos no Orkut, Twitter, Facebook, Myspace, Hi5... mas os amigos do peito continuam sendo contados nos dedos da mão. A Internet talvez tenha aprofundado o abismo entre as pessoas, que se no chat tem milhares de coisas para dizer, no cara-a-cara se embasbacam e emudecem. No momento em que você vê cruamente as espinhas no nariz do amigo e lhe sente o mau hálito, o arroubo afetivo presencial perde o sentido.
sentidos positivos e negativos né,só interprete!
Disco:Não há como negar, todas as mídias físicas estão definitivamente mortas. O que temos aí são zumbis tecnológicos se movendo em meio à borrasca provocada pelo streaming e as memórias Flash.
TV:Assisto cada vez mais pessoas inteligentes se despedindo das dezenas de canais imprestáveis da TV aberta e das centenas por assinatura. Depois que a Internet entrou nas nossas vidas, descobrimos o tempo inútil que dispendemos assistindo programação de lixo entupida de propagandas indesejáveis.
Cinema:Perdi noção da última vez que fui ao cinema enfrentar perrengues do tipo: estacionamento, imagem escura e fora de foco, segurança precária, conforto espartano, um sujeito atrás praticando spoiler, etc. Ainda bem que inventaram os projetores e os Torrents do PirateBay! (A bem da verdade, a maioria dos filmes da minha cinemateca são DVDs originais).
Playboy:Foi-se o tempo em que a procura de sexo contemplativo somente era possível indo furtivamente à banca de revista e pedindo em voz baixa ao vendedor as últimas novidades da lascívia eslava. Então, você comprava junto uma revista “séria” para não dar na vista e saia de fininho para o aconchego do seu lar.
Publicaçoes em Papel:O Jornal do Brasil está abandonando o papel e junto com ele diversas publicações estão migrando para o meio 100% digital. Há anos que não sei o que é comprar tal mídia, mesmo porque a minha casa não tem espaço para armazenar o lixo acumulado. Como não tenho pendores artísticos para criar esculturas pós-modernas de entulho, abstenho-me de acumulá-lo. É o que sempre digo para os atendentes de telemarketing que insistem em me azucrinar com ofertas de assinaturas de periódicos, via o quê? Telefone, naturalmente, esta outra peça paleolítica em extinção.
Biblioteca:Há quanto tempo você não vai a uma biblioteca? Estes espaços se configuram cada vez mais em retratos de uma era.
Escola:A escola que aí está, cumpre muito mais um papel de instituição assistencialista de fornecimento de alimentos para crianças carentes, do que de reprodutora do conhecimento. Infelizmente, o conhecimento extra-muros escolares disseminado pela Internet não se amalgama aos moldes da velha escolástica, fundamentada em carteira, quadro-negro, giz e saliva. Tanto a escola está morta, que a segunda greve mais inócua deste país, depois da dos aposentados, é a dos professores, pois ninguém mais precisa de uma escola que não fala a linguagem do Google.
Conceito de amigo:
Se a Internet não acabou com a amizade, diluiu o conceito de amigo. Hoje, qualquer um pode ter milhares de amigos no Orkut, Twitter, Facebook, Myspace, Hi5... mas os amigos do peito continuam sendo contados nos dedos da mão. A Internet talvez tenha aprofundado o abismo entre as pessoas, que se no chat tem milhares de coisas para dizer, no cara-a-cara se embasbacam e emudecem. No momento em que você vê cruamente as espinhas no nariz do amigo e lhe sente o mau hálito, o arroubo afetivo presencial perde o sentido.
sentidos positivos e negativos né,só interprete!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
O que é costumes para os brasileiros...
são novidades estranhas paras os americanos! Como essas coisas por exemplo :
Clarear os pelos das pernas ao invez de depila-las;
Usar biquinis fio-dental na praia: os biquinis americanos sao enormes e ate o menorzinho deles, chamado de tanga, é ainda enorme atras em comparacao com os biquinis brasileiros “normais” ;
O uso de sungas pelos homens na praia: um americano jamais vestiria uma sunga para ir a praia, ao menos que sua sexualidade seja “duvidosa”;
O costume de dar dois beijinhos na bochecha, tres entao nem se fala. Isso se deve ao fato de que a etiqueta americana difere da brasileira em certos aspectos;
Que o sinal de OK usado nos EUA nao significa o mesmo que no Brasil;
A quantidade de feriados nacionais e a duracao das ferias brasileiras;
A quantidade de remedios que nao precisa de receita medica;
A burocracia brasileira;
Que a fejoada contem os pes, orelhas e rabo e etc do porco : deixe eles saborearem uma boa feijoada e depois contem para eles. Isso depende de que estado o americano mora, em certos estados ha costumes de comer coisas que parecem piores que rabo de porco;
O servico que vendedores e serventes de restaurantes oferecem: esses mesmos funcionarios nos EUA costumam empurrar produtos descaradamente ou eles simplesmente te ignoram entao quando os americanos dao de cara com o servico dos brasileiros eles ficam espantados e é claro, adoram
Clarear os pelos das pernas ao invez de depila-las;
Usar biquinis fio-dental na praia: os biquinis americanos sao enormes e ate o menorzinho deles, chamado de tanga, é ainda enorme atras em comparacao com os biquinis brasileiros “normais” ;
O uso de sungas pelos homens na praia: um americano jamais vestiria uma sunga para ir a praia, ao menos que sua sexualidade seja “duvidosa”;
O costume de dar dois beijinhos na bochecha, tres entao nem se fala. Isso se deve ao fato de que a etiqueta americana difere da brasileira em certos aspectos;
Que o sinal de OK usado nos EUA nao significa o mesmo que no Brasil;
A quantidade de feriados nacionais e a duracao das ferias brasileiras;
A quantidade de remedios que nao precisa de receita medica;
A burocracia brasileira;
Que a fejoada contem os pes, orelhas e rabo e etc do porco : deixe eles saborearem uma boa feijoada e depois contem para eles. Isso depende de que estado o americano mora, em certos estados ha costumes de comer coisas que parecem piores que rabo de porco;
O servico que vendedores e serventes de restaurantes oferecem: esses mesmos funcionarios nos EUA costumam empurrar produtos descaradamente ou eles simplesmente te ignoram entao quando os americanos dao de cara com o servico dos brasileiros eles ficam espantados e é claro, adoram
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